sexta-feira, 18 de março de 2011

POESIA VIII

Casbibaixo!
Acuado!
Indefeso!
Olhar perdido
Fulminante, triste
Fruto da violência,
descaso social.
Vem meu anjo
Deixe-me cuidar das feridas
espalhadas pelo seu corpo
frágil, raquítico...
As feridas da alma?
Sabe-se Deus o que passa
neste coração inocente
que bate aceleradamente
e me diz inocente:
"Tia, Cê é um anjo"
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