sexta-feira, 29 de outubro de 2010

"O que a lagarta chama de fim de mundo, o mestre chama de borboleta"

Eu sei...


Existe uma flor branca que perfuma
e enche de paz, cor e vida o nosso jardim...
Ela brota dentro de nós
Torna o nosso céu mais azul
e permite-noe receber com serenidade
as tempestades...
Flor do amor!

Descobertas...


Descobri que estou me cobrando demais,
focando nos fracassos!
Não sou mais nem menos, sou "eu".
Forte, frágil,.. "Ser humano"

Pra mim...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"a Verdade liberta e o Amor transmuta".

Ando me conhecendo melhor
Acolhendo minhas qualidades e defeitos...

Nó! Isso tem me feito um "bem danado"
Estou aprendendo a lidar comigo mesma, com os outros e com o mundo...
FÁCIL?
Não!
Mas perfeitamente possível...

domingo, 24 de outubro de 2010

"O Amor estimula a nossa criatividade insuflando o nosso entusiasmo pela vida e inspirando a nossa alma poética. "

Te desejo vida ...

Te desejo o céu... azul
o mar... infinito
A terra... firme
O ar... puro
A poesia ... pura magia.

Momento de poesia...

Sinto a tua presença,
como se eletron fosse
Partículas sintonizadas
Fios de encaixe Simultãneos,
tranbordando de energia.
Posso tocar-te...
Celebro a atração desses raios
Ora azul, cor de mar,
infinito...
amarelo, cor de ouro,
jóia rara...
verde, cor da esperança,
vida...
rosa, cor de romance,
ternura...
Ou brasa, cor de vulcão.
Ilusão.
Eu sei, sinto!
Nosso querer é recíproco
"Absoluto é o dom de existir,
milagres do amor".

Momento de poesia...

Tenho algo teu
De quando meus olhos
ainda pousavam nos teus
Diziam e calavam sua timidez
Deixou cair em minhas mãos
naquela noite
Numa brincadeira de criança
Guardo com afeto, carinho
Há instantes em que me zango
Jogo-o com força na caixinha
dele me descuido...
Em segundos me refaço
Toco-o de novo com carinho
Cuido, cuido,cuido...
Ele me diz de você
Faz poesia em mim
O anel que tu me destes
Não te lembras, bem sei
Ontem, segredo nosso
Hoje, segredo meu...
...

sábado, 23 de outubro de 2010

"As melhores coisas da vida, não podem ser vistas nem tocadas, mas sim sentidas pelo coração"


Os dias e as horas renovam nossas amizades.
trazendo sempre novas emoções e levando outras,
que
apesar da corrida louca do tempo
deixam em nós marcas inesquecíveis
através de doces lembranças...

...................................................
Um sonho de menina

Eram 10 hs da manhã quando o carteiro entregou uma carta,
meu coração pulsou mais forte
Era dele... só podia ser. Meu grande amor! Meu grande e escondido amor
Corri, subi pela escada do sótão, nem quis acender a luz. Tinha pressa.
Peguei uma pequena lanterna de meu pai.
Ah... lá estava a carta.
Palavras eram lindas... romanticas.
Puxa vida! Será que eu estava namorando?
A euforia de menina enamorada juntou-se
à tensão, à dúvida. Como dizer aos meus pais?
Logo essa tensão sumia, pois suas doces palavras eram mais presentes do que o medo.
"Diz sim e desde hoje serei teu namorado...
Gosto de ti menina, desde a primeira vez que te vi.
Quero dizer- te que nunca mais saiu dos meus pensamentos."
O tempo passou.
Não respondi a nenhuma carta.
Sei lá por quê. Talvez timidez de uma jovem menina,
embora desde aquele, já me sentisse enamorada... e namorada.
Porque antes disso ele já era o meu amor.
E então este era o meu segredo. Um segredo de menina.
Com meu jeito juvenil, todos os dias mal chegava da escola, corria pro sotão
e pegava as cartas escondidas dentro de uma cama que tinha fundo falso.
Ficava num quarto de visitas quase nunca usado, de forma que praticamente só eu tinha acesso. Acesso ao meu sonho. Um sonho de amor. Um sonho de menina.
Apertava as cartas no peito antes de lê-las, uma por uma. Já havia até decorado o conteúdo delas, mas o gostoso era ler.
Porém um dia, a dor. Cheguei da escola e a cama não estava lá.
Minha mãe havia doado a cama e claro, junto com ela, minhas cartas de amor. Cartas de uma menina
Ah, como eu chorei...chorei como uma criança que perde o seu brinquedo mais querido.
No meu caso, não mais um simples brinquedo,
e sim algo precioso, que alimentava meus sentimentos de menina.
Emoções e sentimentos guardados num coração que não cabia em si
de felicidade e esperança de viver o amor maior.
Neste dia me senti muito triste imaginando que uma luzinha se apagou para mim.
A luzinha do amor que eu via no fim do túnel havia sumido... e eu tão menina.
Olhei pela janela pensativa.
Mesmo tristinha, achei um espaço para um breve sorriso, pois a lembrança, a ternura, o afeto , o amor, todas as palavras doces daquele rapaz já moravam em mim.
As cartas, o papel em si, se foram, mas as emoções e sensações que elas me provocaram, jamais saíram de mim. Ficaram tão inseridas no meu íntimo que ainda me sinto a mesma menina sonhadora de um grande amor, porque ninguém pode tirar... um sonho de menina.


(Regina Paoli, colaboração de Carlos Soares, Poeta de GV)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010


Amor, ternura, encanto...

Passava das 20 horas quando a porta do quarto do hospital se abriu lentamente.
Era meu pai...
Ninguém tirava meu pai de casa no horário do Jornal Nacional
Ele nunca deixava de responder "BOA NOITE" ao CID MOREIRA.
Nesta noite ele deixou...
Seu coração o levou ao hospital. Foi lindo!
Ainda meio adormecida, escutei a sua voz.
- vim ver como está passando e trazer algo que chegou pra você esta tarde.
Um silêncio pairou entre nós.
Nas mãos, uma caixinha e um envelope...
-Qual dos dois quer ver primeiro?
-Tenho aqui uma caixinha com uma surpresa linda
sua madrinha que enviou. Tenho também uma carta ...
Mais que depressa respondi:
-A carta pai.
Ele me olhou fixamente nos olhos como se dissesse,
"eu já sabia"
Entregou-me o envelope, deixou a caixinha sobre a mesa,
deu-me um beijo na testa e despediu-se.
Li a carta.
Reli.
De novo, de novo, de novo,,,
Demorei um pouco para respondê-la porque o sangue, devido ao esforço, de vez em quando voltava pela mangueirinha do soro injetado em minhas mãos.
Naquela noite, dormi com a lembrança do olhar de afeto do meu pai e abraçada a carta do meu primeiro namorado. (segredo já desvendado)
A correntinha de ouro com a letra "R" era linda ,ficou sobre a mesa.
Acho que ele, meu primeiro namorado, nunca soube do hospital...
Do meu amor?
Não sei o quanto.
Sei dizer apenas que meu amor era "Pura Magia"
Dele, "sempre fiz poesia..."

domingo, 17 de outubro de 2010

http://br.olhares.com/jardim_das_margaridas__foto1601293.html
.
Diante de mim

Meu jardim secreto,
meu refúgio
Doce recanto, encanto
terno abrigo
Existo, insisto
"SOU EU"
Sou flor,
forte
Sou margarida, garrida
discreta
Em busca de paz...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"Fé é o pássaro que sente a luz e canta quando a madrugada é ainda escura."

Pra você

Te vejo pássaro.
com ansia de voar...
Teus olhos não mentem
continuam tristes
Tuas palavras poucas
voz firme, gestos treinados, disciplinados
O coração?
Tímido no afeto, mas muito mais generoso...

As emoções?
Continuas contido
As verdades?
muito menos absolutas.

Eu sei que Olhas as paisagens escondidas, profundas,
e tens vontade de voar, sonhar, de seguir;
Observar os minuciosos detalhes de cima
Pisar sobre as nuvens no imenso céu azul.
Te vejo assim, ainda encantado
voando em busca do sol, de paz, e principalmente de sí...
Sua origem o intriga, instiga,
Serás sempre pássaro, ainda que te sintas na gaiola,
seu lema é a liberdade, porque nasceste assim,
LIVRE!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

"Grande é a poesia, a bondade e as danças... Mas o melhor do mundo são as crianças". (Fernando Pessoa,)

"Se soubermos educar as crianças , ensinando-lhes com amor tudo o que aprendemos , seus olhos certamente refletirão a luz do futuro , pois seus corações estarão plenos do mais puro , elevado e sublime dos sentimentos."

sábado, 9 de outubro de 2010

Quero um coração novo...


...Um coração de criança

“A parte mais linda da infância é a infância toda”.

"Meu Deus, me dá a mão, me cura de ser grande." (Adélia Prado)



A criança que mora "dentro" de nós

anda adormecida...

Nossos olhos andam perdendo o brilho,

a magia de ver ser e sentir...

De nascer a cada dia,

criar, sonhar e acreditar ...

É hora de acordar essa criança que dorme,

porque ser "adulto" não pode e nem deve

ser sinonimo de ser rude, áspero...

A realidade nem sempre é branda, sabemos.

As vezes é cruel , espanta , cansa...

Façamos um pedido a Deus

neste exato instante:

"Que prevaleça em nós o espíriyo de criança"


terça-feira, 5 de outubro de 2010

"O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar."

O AMOR MORA EM MIM, EM TI...
No olhar;
No sorriso;
No afago;
Nos pequenos gestos
Nos laços,
No respeito;cumplicidade
na verdade...
O AMOR MORA EM NÓS...
Se alimenta da aceitação do que somos
e do que queremos ser...
O AMOR É UMA CONQUISTA
Que seja este nosso desafio,
conquistar-nos a cada dia
Ser "parceiros"
respeitando nossa singularidade
QUE SEJA ASSIM NOSSO AMOR,
UMA ETERNA CONSTRUÇÃO...

domingo, 3 de outubro de 2010

Presença...

"Quando penso em você fecho os olhos de saudade..."
Sinto-te,
Sem correntes
sem pretensão
sem ilusão
Sem carências...
Deixo-te ser o que és.
Mora em mim uma alma
que alcança a tua.
Ter é fugaz, existir é eterno...

Ausência...


AUSÊNCIA

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

Poesia linda...

PEDAÇOS DE MIM
Eu sou feito de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos
Sou feito de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão
Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci
Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante

Tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas
Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar
sorri para não chorar
Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei
Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo.
Martha Medeiros

Até sempre...

Teus passos longos, largos
Tuas asas, sonhos, levou-te pra tão
distante dos caminhos meus...
Num chão que me prendi, numa longa
espera pelos passos teus.
Cruel foi o tempo que passou por nós e o destino que nos afastou...
Parte de nós o que fomos ontem
Outra, o que decidimos ser...
A primeira nos visita nos picos
deixou-nos presos nas entrelinhas.
suspensos num silêncio mudo
Nos perdemos...
Não marcamos com predrinha,
Não soubemos voltar...

Reencontros...

Despedidas...

Despedidas...



Não sei porque seguimos caminhos diferentes
Algo aconteceu entre nós
Um mundo de razão calou nosso coração
Não disse nada
Nada de ti ouvi
Calamo-nos apenas
Pagamos o preço pelo silêncio mudo...

Encontros...

Te encontro
Me encanto
Foge de mim a lucidez
a emoção rouba-me a sensatez,
O coração sobressalta.
Por um instante o desejo
do beijo,abraço,afago.
Contenho-me em tempo
censuro minhas intenções
Diante de mim a sua timidez
Crio palavras, mas todas me fogem...
E eu?
Paralizada, diante de ti...
O que existe entre nós?
Apenas um cenário de lembranças
paisagens que não existe mais,
castelos de sonhos construidos ao longo do tempo
Fantasias fluem como procissão
antigas saudades guardadas na memória
eternizadas no corpo e coração.
Lágrimas correm pelo meu rosto
Não lhe peço nada
além de um beijo tímido no rosto
e perdão...
Explicar-te a emoção?
Te vi pelo retrovisor...

"O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente."


Encontros e despedidas

Letra de Fernando Brant]

Mande notícias do mundo de lá

Diz quem fica

Me dê um abraço

Venha me apertar

voltando

Coisa que gosto é poder partir

Sem ter planos

Melhor ainda é poder voltar

Quando quero

Quem fica diz para o que parte: "mande notícias do mundo de lá". "Mundo de lá" é o desconhecido, o abissal, o inimaginável, tudo que pode estar oculto depois do Cabo das Tormentas, muito além da Trapobana, esse mundão exterior a qualquer deus e pátria de todos os demônios. É o que excede, extrapola e se contrapõe ao "meu lugar", à aldeia da infância, ao pequeno país da memória, à terra natal. É a síntese de todos os perigos que nos espreitam fora do útero materno. O "mundo de lá" fascina e apavora.

Se alguém fica e se despede, é porque alguém está saindo, partindo para o inescrutável "mundo de lá". Quase que seguindo um destino atávico dos habitantes dos pequenos perdidos lugares. Porque estes sempre precisam cumprir a indeclinável sina de partir em busca de trabalho, de estudo, de uma oportunidade, de um lugar na História, ou, ao menos, de uma abreviada nota de rodapé na esgarçada lembrança dos que os conheceram.

Ao mesmo tempo, um outro chega, e pede mais que um protocolar abraço: "Venha me apertar", exige. Uma dose revigorante de vida! Mas este, é o narrador, o protagonista, portanto um privilegiado: pode "partir sem ter planos", pode voltar quando quiser. É o dono de seu próprio destino.

Todos os dias é um vai e vem

A vida se repete na estação

Tem gente que chega pra ficar

Tem gente que vai pra nunca mais

Nem todos têm a mesma sorte. Alguns são apenas levados pela correnteza ou tragados pela calmaria. São os que perderam o leme da própria existência. Passageiros da agonia. Para esses, partir é sinônimo de jamais. Voltar é quase morrer. Ficar é quase deixar de ser. Ou o reverso de tudo isso.

O lugar (o "meu lugar") é bucólico, as coisas parecem imutáveis, quase eternas, de uma solidez exasperadora e paralisante. Somente na estação é que a vida parece pulsar, num contínuo vai e vem. Um movimento de sístole e diástole entre o sonho e a realidade. Sangue arterial que vai, sangue venoso que retorna. A plataforma da estação é o coração do lugar, batendo fora do peito, quase um mundo à parte. Ali as pessoas saem das trevas da mesmice e se mostram, portanto existem, mesmo que seja por um fugaz instante.

Na plataforma tem "gente que chega pra ficar". Ou porque vêm de algum outro não-lugar sem nome, e fazem dali um ponto de passagem, que pode ou não ser definitivo. Uma escala, uma baldeação. Ou porque estão voltando, vencidos, cansados do "mundo de lá", que não lhes concedeu os prêmios, o lugar no pódio, as honrarias sonhadas. Ficar, para eles, pode significar morte. Ou redenção.

Tem, também, "gente que vai pra nunca mais". Por desimportantes variados motivos. Porque não deixaram ali, naquele lugar, nada que lhes possa um dia fazer penar de saudades. Ou porque, simplesmente, só sabem olhar pra frente, para o desejável, para o apenas sonhável, enterrando, dia após dia, em cova rasa, o que foi concreta e asperamente vivido ainda ontem.

Tem gente que vem e quer voltar

Tem gente que vai e quer ficar

Tem gente que veio só olhar

Tem gente a sorrir e a chorar

Alguns pisam na estação, porta de entrada e de saída, já pensando na hora abençoada de ir embora. A hora da partida. Nada os prende ali. "Gente que vem e quer voltar". São estrangeiros no seu próprio país.

"Gente que vai, mas quer ficar". Alguns estão partindo, com o coração sangrando: estes anseiam pelo luminoso dia da volta. Da chegada. Que pode ou não acontecer. Porque, na verdade, ninguém nunca tem a plena certeza de que traça soberano o seu próprio rumo.

"Tem gente que veio só olhar". Mais com os olhos da alma. A chegada do misto, ou do noturno, é um acontecimento sempre renovado, uma efeméride diária, uma oportunidade de ver e de se mostrar. Melhor do que o footing na praça, mais promissor do que a quermesse em frente à Matriz. Durante 10 ou 15 minutos, alguém pode ver e guardar, da plataforma da estação, pela janela do trem, um rosto, um vulto, um corpo, imagem fugaz que povoará para sempre a sua vida sem amor. E conferirá, a seus dias iguais, uma dimensão épica jamais imaginada.

Ah, e "tem gente a sorrir e a chorar", apertando no peito um que acaba de chegar ou outro que insiste em partir. Porque "a hora do encontro, é também despedida".

E assim, chegar e partir

São só dois lados da mesma viagem

O trem que chega é o mesmo trem da partida

A hora do encontro é também despedida

A plataforma dessa estação

É a vida desse meu lugar

É a vida desse meu lugar

O próprio trem, na sua sólida e irreal arquitetura, parece sintetizar o miúdo destino das pessoas, no seu incansável movimento para chegar e partir. O apito do trem é uma facada no coração. De quem chega, de quem vai, de quem fica. De quem nunca mais.

Chegadas e partidas. São dois lados, não da mesma moeda, dito corriqueiro e banal. "Chegar e partir são só dois lados da mesma viagem". Talvez a frase mais linda já escrita em língua portuguesa. Com a licença de todas as mais lindas frases de todas as mais lindas canções já escritas.

A plataforma da estação é a Vida. E a vida, na plataforma, é só um inesgotável ir e vir. É começo e é fim. É nascimento, é morte. Como tudo na vida. Como toda vida. Em qualquer lugar, em qualquer estação. Em qualquer tempo.

É a vida...


Danilo Fernandes Rocha (Belo Horizonte/MG). Advogado, roteirista, cineasta e escritor.

sábado, 2 de outubro de 2010

"uma eterna primavera vive em meu coração."


A primavera tem o poder de despertar sentimentos,
suscitar fios de lembranças amareladas pelo tempo...
Num segundo a mente voa,
os pés alcançam as nuvens
tocados pelo encanto...
Emoções que os os olhos não podem ver
mas que a alma sente
e se enche de ternura
Momento sigular, 'NOSSO'
Nada, nem mesmo o tempo pode apagar...