quarta-feira, 26 de maio de 2010

"Sem o esforço da busca, é impossível a alegria do encontro"



Antes mesmo de trocar as alianças, do lado direito para o esquerdo, é preciso que o casamento aconteça dentro de nós.
Casar também não é uma garantia de "viver até que a morte separe"
Pra que o casamento dê certo é necessário cuidar dele, assim como cultivamos uma planta.
Se a semente plantada, não tomar sol, não receber água, cultivo necessário para crescer, ela pode morrer...
Assim é o nosso casamento, se não estivermos dispostos a nos empenhar , cuidar dele todos os dias, ele vai perder a força e pode morrer. "Casamento é o compromisso de aprender a resolver as brigas, as rusgas do dia-a-dia de forma construtiva, o que muitos casais não aprendem, e alguns nem tentam aprender."
Quando colocamos as alianças de "casados" no dedo esquerdo, lado da emoção do cérebro que está ligado à afetividade, significa dizer que
já não estamos mais sós, alguém está junto de nós pra caminhar,partilhar, construir e tomar decisões, JUNTOS.
Que bom se pudéssemos encontrar alguém perfeito pra compartilhar nossas alegrias e dores, mas sabemos que cada ser humano é único, com seus defeitos e qualidades; este é o desafio do casamento, aprender a lidar com as diferenças e também com as imperfeições do outro no dia-a-dia, fazendo os dois o melhor que se pode fazer, empenhados no mesmo objetivo, construindo o melhor relacionamento possível com quem a gente trocou as alianças prometendo amar para sempre.

De acordo com a história, A palavra aliança surgiu por volta do século XV, na França.
Mary de Burgundy foi a primeira noiva da história a usar uma aliança como sinal de amor e união duradoura.
A forma circular do anel, sem começo nem fim, seria um prenúncio da continuidade do amor e devoção ao longo da vida do casal.
O costume de usar o anel no dedo anelar da mão esquerda parece ligado a uma crença antiga. Acreditava-se que nesse dedo existia uma veia que ia direto para o coração. O dedo anular esquerdo tornou-se, assim, o dedo da aliança de casamento em diversas culturas.
Costumes, tradições, aliança de ouro branco, amarelo, ou mesmo de diamantes não significam nada se o casal não estiver disposto a vivenciar o "casamento", ou seja, viver a conquista diária, o perdão, a mudança.
Estamos vivendo um tempo de "desistências", o divórcio tem sido estimulado como solução para as crises no casamento, no entanto a gente sabe que o divórcio não é uma sábia solução para casamentos em crise, mas um sério agravante, um outro problema que na maioria das vezes, traz profundo sofrimento e frustração, deixam seqüelas devastadoras a curto, a médio e a longo prazo.
A aliança conjugal não termina quando as crises chegam,nem a vida conjugal é uma união experimental.
Casamentos estáveis resultam em famílias, e sociedades saudáveis.
A solução para o casamento e para a família não está nos modelos falidos da sociedade pós-moderna, mas na eterna e infalível Palavra de Deus.


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